Tudo isso cansa a mente, dói n.a alma, condena o espírito...
Como pode olhar-me sem me ver?
Como é possível crer sem conhecer?
Carrego a sentença dada, sem nenhuma palavra pronunciada
o julgamento imposto a mim
Calando minha própria opinião
Vejo-os próximo! sempre a me espreitar
Eles não enxergam meu rosto
Não re.conhecem o que em mim há
Sem ciência do pesar da alma minha
desconhecem o que me causa dor
Descontentamento meu, sentimento que angustia
Apenas apontam
o que causa (d)e(m) mim
K. J.

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