Necessito visceralmente disso, de mim, do eu, de fechar meus olhos e enxergar a alma minha despida, nua e crua em essência e substância.
Quero sentir-me, saber que estou aqui. Preciso que deixem-me, permitam-me que o faça.
Sou feito planta que morre sufocada com muita luz, mesmo que a intenção do sol seja fazê-la florescer.
Entre a cura e o veneno, a diferença está na dose.
Entre o prazer e a dor, a diferença está no toque.
As palavras possuem momentos certos para serem ditas e também possuem a dose e o toque certo. nada pode falar mais do que o silêncio.
Quero-me agora!
Deixem-me!
K. J.


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